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Indice Simbolos
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Índice
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Esfinge
Djed
Wedjat
Horbehutet
Ankh
Nó de Ísis
Was
Shen
Cetro
Nejbet
Uaydet
Khepresh
Pschent
Deshret
Hedjet
Atef
Hemhemet
Nemes
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Esfinge
Introdução => Mitologia Egípcia -> Esfinge
Esfinge Egípcia é uma antiga criatura mística usualmente tida como um leão estendido — animal com associações solares sacras — com uma cabeça humana, usualmente a de um faraó. Também usada pra demonstração de poder, assim como as pirâmides no Egito. Vistas como guardiãs da estatuária egípcia, esfinges são descritas em uma destas três formas: Androsfinge (Sphinco Andro)- corpo de leão com cabeça de pessoa;A maior e mais famosa é Sesheps, a esfinge de Gizé (Harmakhis — Hórus no Horizonte), com um pequeno templo entre suas patas. O rosto daquela esfinge é considerada como a cabeça de um faraó. O nome arábico da esfinge de Gizé, Abu al-Hôl, traduz-se como “Pai do Terror”. Hierocosfinge (Sphinco Oedipus Rex)- corpo de leão com cabeça de falcão o que seria um grifo. O nome grego “esfinge” foi aplicado a ela na antigüidade. Mas ela tem a cabeça de um homem, não de uma mulher como no mito de Édipo. Criosfinge (Sphinco Ovis)- corpo de leão com cabeça de ovelha representam o deus Amon, em Tebas.
Djed
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Djed
Djed é o nome de um símbolo da civilização do Antigo Egito associado à resistência e a estabilidade. Pode ser descrito como uma coluna com uma base larga que possuía na parte superior três ou quatro barras horizontais cruzadas. O significado exato desta coluna é incerto. Tem sido proposto que seria uma árvore sem ramos, uma coluna obtida a partir de um feixe de canas ou um poste com cereal atado. De acordo com uma passagem do Livro dos Mortos o djed era a coluna vertebral do deus Osíris. Em virtude desta ligação a Osíris o djed poderia também ser representado com cabeça e braços, segurando nas mãos cetros ou o sol encimado por um Ankh.Era por vezes pintado no interior dos sarcófagos, no local onde deveria repousar a coluna vertebral. Era também usado pelos egípcios como um amuleto (feito na maior parte dos casos em faiança), que se considerava importante no processo de transformação na forma espiritual que se teria no Além.Anualmente celebrava-se no Egito o ritual de erguer o pilar de djed, atestado desde as épocas mais remotas. De início o ritual estava relacionado com a ressureição do deus Sokar, mas mais tarde passaria a aludir à vitória de Osíris sobre a morte. Os sacerdotes erguiam o pilar djed no primeiro dia do chemu, a estação das colheitas
Wedjat
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Wedjat
Wedjat, Udjat ou Utchat veio a se chamar depois O Olho de Horus e O Olho de Rhá. O Olho de Hórus (Wedjat) (anteriormente conhecido como Wadjet e o Olho da Lua; e depois como O Olho de Rhá ou "Udjat") é um símbolo egípcio antigo de proteção e poder real de deidades, neste caso, como Horus ou Rhá. O símbolo é visto em imagens da nutriz de Harpócrates, Háthor, e em outras divindades associadas à ela. No idioma egípcio, a palavra para este símbolo era "Wedjat". Era o olho de um dos mais antigos deuses egípcios remontando aos primórdioas da civilização. O Wadjet (feminino) depois foi associado com Bast, Mut, e Háthor. Wedjat (masculino) era uma deidade solar, e este símbolo começou como o olho chamado: O Olho Que Tudo Vê. Em arte antiga, Háthor é descrita também como este olho.
Horbehutet
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Horbehutet
Horbehutet é um símbolo dos antigos egípcios em forma de disco alado. Ilustra a divindade solar de mesmo nome, que acompanha o deus Rhá em sua diária travessia sobre o Egito. O símbolo era o guardião encontrado em portões e entradas de templos a fim de protegê-los de malignas influências. Também é representado com dois uraeus, um em cada lado do disco. Por vezes foi caracterizado com as coroas do Alto e do Baixo Egito, assim referindo-se as divindades do norte e do sul, Uadjit e Nekhbet. Como deus, Horbehutet era consagrado e honrado em Edfu.
Ankh
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Ankh
Há muitas especulações para o surgimento e para o significado do ankh, mas ao que tudo indica, surgiu na Quinta Dinastia. Quanto ao seu significado, há várias teorias. Muitas pessoas vêem o ankh como símbolo da ressureição. A alça oval que compõe o ankh sugere um cordão entrelaçado com as duas pontas opostas que significam os princípios feminino e masculino, fundamentais para a criação da vida. Em outras interpretações, representa a união entre as divindades Osíris e Ísis, que proporcionava a cheia periódica do Nilo, fundamental para a sobrevivência da civilização. Neste caso, o ciclo previsível e inalterável das águas era atribuído ao conceito de reencarnação, uma das principais características da crença egípcia. A linha vertical que desce exatamente do centro do laço é o ponto de intersecção dos pólos, e representa o fruto da união entre os opostos. Apesar de sua origem egípcia, ao longo da história o ankh foi adotado por diversas culturas. Manteve sua popularidade, mesmo após a cristianização do povo egípcio a partir do século III. Os egípcios convertidos ficaram conhecidos como Cristãos Cópticos, e o ankh (por sua semelhança com a cruz utilizada pelos cristãos) manteve-se como um de seus principais símbolos, chamado de Cruz Cóptica. No final do século XIX, o ankh foi agregado pelos movimentos ocultistas que se propagavam, além de alguns grupos esotéricos e as tribos hippies do final da década de 60. É utilizado por bruxos contemporâneos em rituais que envolvem saúde, fertilidade e divinação; ou como um amuleto protetor de quem o carrega. O ankh também foi incluído na simbologia da Ordem Rosa-Cruz, representando a união entre o reino do céu e a terra. Em outras situações, está associado aos vampiros, em mais uma atribuição à longevidade e imortalidade. Ainda encontra-se como uma alusão ao nascente-poente do Sol, simbolizando novamente o ciclo vital da natureza.
No de Isis
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Nó de Ísis
Nó de Ísis, Nó Tet ou Sangue de Ísis este amuleto, ou fivela, para alguns egiptólogos, representa os órgãos genitais da deusa Ísis. Segundo uma lenda, a deusa teria feito este nó e colocado em seu sexo, embebendo- o em sua menstruação. Em seguida, Ísis teria enterrado o nó e em seu lugar, surgiu a mandrágora, ou romã, árvore considerada sagrada. Os textos mágicos referem-se ao nó de Ísis, ou símbolo TET, como "o poder e a mágica do sangue de Ísis". Era um amuleto muito usado tanto no pescoço quanto como fivela, e conferia fertilidade, potência, saúde, vigor. Também era colocado na porta das casas, para trazer a proteção da deusa, conferindo ainda sorte e felicidade, e o poder de curar doenças.
Was
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Was
O cetro Was é uma alta insígnia sacerdotal. É um cetro mágico, e todos os deuses possuem este cetro. Ele representa a cabeça e a cauda do deus SETH, o senhor das tempestades, do poder ou força que agrega e mantém coesa a matéria. A origem deste emblema data da pré-história egípcia. WAS significa santidade, autoridade, força e espiritualidade. A forquilha na base, era utilizada para capturar e afastar as serpentes, sem contudo causar-lhes malefícios, pois estas representavam a força ou atributo de muitas divindades e espíritos, dentre os quais o próprio deus SETH.
Shen
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Shen
O amuleto Shen evoca um círculo e como tal, é representativo da eternidade e das coisas que se sucedem e evoluem indefinidamente, sem perda de suas características essenciais. Representa o imutável, o eterno, Deus. Como tudo que envolve ou circunda, tem o sentido de proteção mágica, de defesa. O cartucho, onde se inscrevia o nome dos faraós, é um SHEN alongado, dando proteção ao nome do rei e ressaltando que ele, como divindade viva, possui as prerrogativas de ser eterno e imutável em sua essência, como o próprio deus. O SHEN representa ainda o universo, a Criação.
Cetro
Introdução => Mitologia Egípcia -> Amán
Mangual, Chicote, Maça foi descoberto em comparação com os hieróglifos que este item identifica-se com fonema "Xu", utilizado no antigo Egito. Representa o "mangual". O mangual é uma ferramenta utilizada por diversos povos de terras áridas para separar os grãos de cereais de seus ramos. Cetro, Cajado, Shebed, Shawpty ou Sapty significa cajado. Estes itens, assim como, a coroa real fazem revelar que o povo que originou a cultura e civilização egípcia era nada mais que uma população nômade que decidiu fixar-se às margens da bacia do Nilo. Talvez buscando uma maior segurança garantida pelas cheias e proteção dada pelo deserto ao oeste. As raízes deste povo ficam claras, pela indumentária típica de pessoas que vivem de cereais, cuidam de rebanhos usufruindo de seus derivados, e seus toucados que serviam de proteção contra os raios do sol em uma vida, anteriormente, migratória.
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Nejbet
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Nejbet
Nejbet ou Nekhbet era uma deusa que protegia, juntamente com o Uadyet, o faraó das duas terras. No texto das pirâmides era pertencente a Coroa Branca (Hedjet). É a deusa abutre que se converte em seu animal símbolo do Alto Egito. Era também uma deusa solar que auxiliava nos partos da realeza.
Uadyet
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Uadyet
Uadyet, Uadjet, Uadjit, Wadjet, Yaret ou Buto é uma deusa cuja a representação é a serpente. Símbolo da coroa vermelha do Norte, e o olho esquerdo do deus sol. Aparece como na frente deste. Recebia o denominação de “dama do céu” e encarnava o calor do sol. O seu nome significa "A verde" (cor das serpentes) e "A da cor do papiro" (numa alusão à planta do papiro, que teria sido por ela criada e que era a planta heráldica do Baixo Egito). O nome desta deusa pode também ser escrito como Uto, Buto ou Edjo. Era representada como mulher-serpente que tem na cabeça a coroa vermelha do Baixo Egito (coroa Decheret).Poderia também ser representada como uma mulher com cabeça de leoa, quando se pretendia aludir ao aspecto de defensora da realeza. Surgia igualmente como uma serpente alada ou como uma cobra enrolada a um cesto de papiros. Uadjit começou por ser uma deusa ligada à vegetação e acabou se tornando uma deusa da realeza. Representava o Baixo Egito, sendo frequente surgir com a deusa correspondente do Alto Egito, Nekhbet. O principal centro de culto da deusa era Per Uadjit ("morada de Uadjit"), localidade a que os Gregos deram o nome de Buto e que corresponde à moderna Tell el-Farain. Esta deusa foi integrada na lenda de Osíris, na qual é ela quem toma conta do pequeno Hórus, escondido nos pântanos do Delta, o qual alimentou com o seu leite, enquanto Ísis procurava por Osíris.
Kepresh
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Kepresh
Khepresh era um antigo capacete real egípcio. Também é conhecido como a Coroa de Guerra. São mostrados faraós do Novo Reino usando, freqüentemente, em batalha, mas também foi usado, freqüentemente, em cerimônias. Era chamado de coroa de guerra por muitos, mas modernos historiadores se contêm em defini-la desta forma. O Khepresh é feito de pano ou couro tingido de azul e estava coberto por pequenos discos solares amarelos. Como muitas outras coroas reais um uraeus foi firmado a sua frente.Amenhotep III foi, aparentemente, o primeiro rei a ser descrito usando a Coroa Azul, e durante as 18º e 19ª Dinastias era usada por alguns faraós como a coroa principal.
Pschent
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Pschent
Pschent (sh-iene) era o nome da Coroa Dupla do Antigo e Baixo Egito. Os antigos egípcios, geralmente, recorreram a isto como sekhemti, o Duplo Único Poderoso. É a combinação do Deshret, Coroa Vermelha do Baixo Egito, e da Hedjet, a Coroa Branca do Alto Egito. O Pschent representou o poder do faraó sobre todo o Egito unificado. Ostentava dois emblemas animais: uma naja egípcia, conhecida como o uraeus, pronta para o bote que simboliza o Baixo Egito na forma da deusa Wadjet. E um urubu egípcio que representa a deusa tutelar egípcia Superior Nekhbet. Estes foram firmados à frente do Pschent e chamado as Duas Senhoras. Depois, a cabeça de urubu às vezes foi substituída por uma segunda naja.Khepresh era um antigo capacete real egípcio. Também é conhecido como a Coroa de Guerra. São mostrados faraós do Novo Reino usando, freqüentemente, em batalha, mas também foi usado, freqüentemente, em cerimônias. Era chamado de coroa de guerra por muitos, mas modernos historiadores se contêm em defini-la desta forma. O Khepresh é feito de pano ou couro tingido de azul e estava coberto por pequenos discos solares amarelos. Como muitas outras coroas reais um uraeus foi firmado a sua frente.Amenhotep III foi, aparentemente, o primeiro rei a ser descrito usando a Coroa Azul, e durante as 18º e 19ª Dinastias era usada por alguns faraós como a coroa principal.
Deshret
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Deshret
Deshret ou Decheret era o nome formal para a Coroa Vermelha do Baixo Egito e para o deserto, Terra Vermelha, em qualquer lateral do Kemet, a bacia fértil rio Nilo. Ao final da coroa existe uma vareta recurvada na ponta. A Coroa Vermelha seria combinada depois com a Coroa Branca de Egito Superior para formar a Coroa Dupla, enquanto simbolizando a lei sobre o país inteiro, "As Duas Terras" como os egípcios expressaram. A Terra Vermelha também pode ser vista como a representação dos desertos e terras estrangeiras circunvizinhas ao Egito, Seth era seu senhor. Foi considerada uma região de caos, sem lei e cheio de perigos.
Hedjet
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Hedjet
Hedjet era o nome formal para a Coroa Branca do faraó que representa o Alto Egito. A coroa era branca e, depois da unificação de Egito, foi combinado com a Coroa Vermelha do Baixo Egito, com o delta formar o Pschent, a Coroa Dupla do Egito. O símbolo às vezes usado para o Hedjet era a cabeça da deusa abutre, Nekhbet,, ficando ao lado da deusa naja Wadjet, o Uraeus, no Pschent. A coroa branca, junto com a coroa vermelha, tem uma longa história, com suas representações voltadas ao Período Pré-dinástico, indica que a arcaica realeza tinha sido a base da sociedade egípcia. A imagem mais antiga da Hedjet conhecida está ao norte da Núbia (Ta-Seti) no período próximo a Naqada II. É possível que o "Clã da Coroa Branca" tenha migrado em direção ao extremo norte e seus costumes tenham sido abraçados pelos egípcios do sul, ou os egípcios do belicamente superiores tenham conquistado aquelas terras e levaram a coroa branca como espólio de guerra, e assim, absorveram o reino Ta-Seti como novo estado unificado, como foi feito depois com o Baixo Egito.
Atef
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Atef
Atef assemelhava-se à coroa branca, possuindo um disco solar e duas plumas de avestruz colocadas uma em cada lado. Esta coroa era usada pelos deuses Osíris, Sokar, Tot, entre outros. O deus Geb usava um coroa atef sobre um coroa vermelha.
Hemhemet
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Hemhemet
Hemhemet, Hemhem ou Atefu, a Coroa Hemhemet, constituída de feixes de papiro e discos solares era raramente usada. Era constituída por três coroas atef justapostas. Cada uma destas coroas tinha um disco solar, duas penas de avestruz laterais e dois uraeus.
Nemes
Simbologia => Mitologia Egípcia -> Símbolos de Poder - Nemes
Nemes era um toucado usado pelos reis do Antigo Egito desde o Império Antigo até à época ptolemaica. Era feito com linho ou, talvez, em alguns casos com couro. Cobria a cabeça do rei, possuindo umas abas simétricas que caíam sobre ombros. Na parte posterior, o tecido era amarrado com recurso a uma espécie de trança. As cores mais comuns eram o amarelo-ouro e o lápis-lazúli, apesar dos Textos das Pirâmides aludirem à sua cor branca, associada à deusa Nekhbet, padroeira do Alto Egito. A parte da testa era decorada com o uraeus, uma serpente que representava Uadjit, deusa tutelar do Baixo Egito; acreditava-se que o uraeus era capaz de proteger o rei dos seus inimigos. O primeiro rei que se conhece representado com o nemes é Djoser da III Dinastia egípcia. O nemes surge quer em representações do rei vivo, quer nas do rei falecido. Está também presente na Esfinge do Planalto de Gizé.
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